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Olá queridos leitores! Em comemoração ao Dias das Mães , a escritora Rô Mierling e blogs parceiros se reuniram para presentea...

[Amigas da Meia Noite] Quando as luzes se apagam

Oi, amigos da meia-noite!

Cá estou eu para mais uma dica fofíssima de terror... Ah, terror é muito amorzinho, né? Então, para quem já acompanha minhas postagens por aqui sabe que admiro o trabalho do James Wan e, claro, a minha escolha no cinema foi Quando as luzes se apagam, seu mais novo lançamento. Continue, querido, lance filmes de dois em dois meses que estarei feliz. 

Sinopse

Desde que era pequena, Rebecca tinha uma porção de medos, especialmente quando as luzes se apagavam. Ela acreditava ser perseguida pela figura de uma mulher e anos mais tarde seu irmão mais novo começa a sofrer do mesmo problema. Juntos eles descobrem que a aparição está ligada à mãe deles, Rebecca começa a investigar o caso e chega perto de conhecer a terrível verdade.




Trailer 

O filme é focado na família composta por Sophie e seus filhos Rebecca e Martin. Os dois são meios-irmãos e seus pais faleceram. A questão é que Sophie não lida muito bem com isso e está passando por uma depressão, um esquisito momento em que ela conversa com Diana e... Diana não gosta das luzes acesas. 



Martin então começa a não dormir com medo da ‘amiga’ da mãe e acaba pedindo ajuda da irmã mais velha que não mora com eles. A partir daí descobrem que Diana já existia quando Rebecca era pequena e fuçando em coisas da casa descobrem a relação sinistra entre Sophie e Diana.
Não vou dizer qual é a relação sinistra porque eu pensei que fosse outra coisa, então, vou deixar que tenham a mesma oportunidade ao assistirem. Só sei que é bem legal e diferente. 

Agora, vou dizer tudo que senti com o filme.
Você deve estar se perguntando: por que essa pessoa gosta tanto do James Wan? QUANDO AS LUZES SE APAGAM é o filme que coroa essa resposta. Se você assiste muitos filmes de terror sabe que há muitos clichês, muitos mesmo. Os sustos acontecem exatamente quando você imagina – deixando de ser susto, né? -, os personagens são repetitivos e quase sempre com as mesmas atitudes, e o enredo sempre o mesmo. Com ele não.
Começando surpreendendo, o filme já mostra a que veio em menos de cinco minutos. Menos de cinco minutos! Tem noção?! Geralmente demora no mínimo vinte minutos. Você já pula da cadeira e sente o coração acelerar assim que a história começa. Uau. Ok, ele conseguiu se superar.
Então, você se pergunta: se já começou assim é porque não vai enrolar, provavelmente já vamos direto ao ponto. E exatamente. As coisas desenrolam em um nível tão fora do comum para um terror que o telespectador passa a maior parte do tempo esperando o pior, pressentindo que há alguma coisa errada acontecendo. Não há aquele velho e bobo clichê: querido, isso tudo é coisa da sua cabeça, não há nada lhe perseguindo.
Segredinho rápido... Em uma determinada parte do filme rolou uma cena que é muito comum e que mantêm o suspense. (Não vou falar o que é porque na hora em que vocês forem assistir vão saber logo a resposta, então não vale.) Nessa parte, por todos os filmes que costumamos assistir, pressentia que o personagem ia morrer porque é o que aconteceria normalmente, mas parei e refleti: esse é um filme do James Wan! Acho que ele não cometeria essa mesmice. Dito e feito. Viu por que gosto dele?
E o final... Bem, não foi exatamente uma surpresa, mas fiquei arrepiada e me fez refletir bastante, comparando o que ocorreu com a realidade em que vivemos. O desfecho poderia ser facilmente confundido com mais uma mera notícia de jornal. Já pensou o que há por trás dos casos que você lê? Será que são exatamente aquilo? Ou quando as luzes se apagam tudo muda? 


Ah... Preciso falar que o filme foi inspirado em um curta-metragem lançado há uns dois anos. Vou deixar o link para vocês assistirem.

Até a próxima <3


Beijinhos.
Kate
Nascida e criada no Rio de Janeiro, Katerine Grinaldi já visitou lugares que não estão nos mapas convencionais. Isso graças ao seu amor pela literatura, tanto no ato de ler como no de escrever. Encantada com histórias que fazem pensar e por personagens de apaixonar, Katerine decidiu criar outros mundos para que leitores – como ela - pudessem visitar. Advogada, ela não abandona um de seus maiores prazeres: escrever. A Herdeira, seu primeiro livro, foi lançado na Bienal do Livro de 2015.

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2 comentários:

  1. Oi Katerine!

    Outra pessoa lá no blog viu o filme porque eu não tenho muita coragem rsrsrs mesmo com todos os clichês mencionados rsrsrs Agora, confesso que tenho vontade de ver o curta que parece ser melhor que o filmes rs

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

    ResponderExcluir


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