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[ColaborAutoras] Resenha Nacional: Cutucando a Memória - Sebastião de Oliveira Menezes!!!

Olá Gente linda.

Hoje temos Resenha Nacional de Cutucando a Memória, cortesia do nosso autor parceiro Sebastião de Oliveira Menezes!!!

Eu sou a Ingrid, ColaborAutora fofa do Clube do Livro ❤


Cutucando a Memória

Ano: 2015 / Páginas: 146
Idioma: português 
Editora: Independente





Sinopse

No livro o autor expõe seus medos, suas dores, suas façanhas, suas decepções, suas vitórias, suas nostalgias com sensibilidade e criatividade em 37 casos. Os primeiros lembram sua infância na localidade de Arataca, município de município de Varre-Sai. Os seguintes, os tempos que viveu em Purilândia, município de Porciúncula. As histórias e casos continuam com os anos que vividos em Natividade e sua experiência em dois seminários. As histórias, casos e reflexões que vêm em continuidade falam das situações vividas no Rio de Janeiro em companhia de seus tios, no trabalho, na vida e nas aventuras com seus carros. Os demais estão relacionados com tempos vividos em Niterói, Seropédica e Juiz de Fora.

Dizem que a vida traz experiências e vivências. Nos textos, o autor procura refletir sobre elas com imaginação, informação, conhecimentos e aplicá-las em situações vividas. É inegável que a experiência acumulada e apreendida ao longo dos anos é capaz de levar as pessoas a evitarem repetir equívocos. Ora, isso é perfeito num mundo onde as experiências se repetem. Experiências e vivências ganham expressiva importância, por uma razão muito simples: o homem não muda! Nessa hora, quem já passou por muitas experiências leva uma grande vantagem. A experiência é uma coisa muito interessante. O conhecimento que nasce dela é real.

O autor Sebastião Menezes nasceu itaperunense, cresceu natividadense e hoje é varre-saiense. De origem rural, vindo do sítio Arataca, saiu em busca do saber; migrou ainda na infância para a pequena vila de Purilândia e depois seguiu para a cidade de Natividade. Disposto a continuar com seus estudos, foi até o Rio de Janeiro onde cursou o ensino médio, a faculdade e fez pós-graduação; casou-se e foi morar em Niterói e, muitos anos depois, em Juiz de Fora. Mesmo distante de suas origens, nunca perdeu o vínculo com seus familiares e com a vida simples do interior. A aposentadoria trouxe como prêmio o retorno a Natividade/Varre-Sai. É de lá que, cutucando a memória, escreveu esses casos e “causos” com a ironia dos anos idos, o humor da luta vencida, a graça de quem não precisa sempre ser verossímil.


Gostou da obra?



Entre em contato com o autor por e-mail e adquira já a sua!


menezes.lona@gmail.com

[Fala aí Babi] Texto "NA TENTATIVA" A realidade da literatura nas escolas públicas.


Olá gente linda!
Hoje tem o texto de estréia da nossa nova integrante nesse clube que é puro amor!
Hoje a Barbara Garret vem nos contar um pouco sobre seu outro lado, o lado educadora no texto "Na Tentativa" sobre a dificuldade do incentivo à novos leitores nas escolas públicas do RJ.
Tenho certeza que esse texto irá te tocar, como nos tocou! E quem sabe incentive você que o estiver lendo a plantar a sementinha da leitura pelos pequenos de sua família!
Let´s go
NA TENTATIVA
Tentativa dois de escrever alguma coisa, porque o computador deu pau ainda agora. Essa tecnologia é abençoada e a destruição dos nervos de qualquer escritor ao mesmo tempo. O que eu quero contar é algo que me deixou bastante triste e decepcionada na última semana. Sou professora de escolas públicas da rede municipal e estadual daqui do Rio de Janeiro e, iludida, cheguei para dar aula, repleta de ideias na cabeça e comecei a conversar com meus alunos entre sexto ano do fundamental e ensino médio, sobre a criação de um blog literário dos estudantes, especificamente para eles lerem os livros, afinal nas escolas há biblioteca e darem suas opiniões, não importavam quais fossem, positivas, negativas, debochadas, o que eu queria era que lessem e se expressassem, utilizando um meio que os adolescentes tanto amam: a internet.
Comecei empolgada, falei em todas as turmas, comentei sobre livros que viraram filmes, etecetera e tal. Mas... O lance não rolou. Os alunos mudavam de assunto, conversavam entre eles sobre outras coisas e eu lá, com cara de tacho, na tentativa desesperada de conseguir converter uma alma.
Eu só sei, que ao final de uma semana, tinha feito minha pregação em sete turmas para um número de pelo menos duzentos adolescentes. E nada.
No entanto, ao final de uma de minhas aulas, um aluninho fofo veio me perguntar sobre o tal projeto do blog. Expliquei a ele a proposta, disse o que era uma resenha e ele me lançou a seguinte pérola: estava lendo A Ilha do Tesouro!

Quase chorei de emoção.

[Resenha Nacional] Topless - Martha Medeiros



Olá queridos leitores, tudo bem?


Apesar de muito ouvir falar da autora Martha Medeiros e ler muitos textos ou fragmentos de seus textos pela web, o livro “Topless” foi o primeiro contato que tive com uma obra na integra.

Querem saber o que achei?

Bora comigo!






Topless Martha Medeiros

ISBN-13: 9788525412416
ISBN-10: 8525412414
Ano: 2002 / Páginas: 171
Idioma: português
Editora: L&PM

O livro de bolso traz 54 crônicas da jornalista e escritora Martha Medeiros. Escrito numa prosa ágil foi publicado em 1997, ganhou o Prêmio Açorianos de Literatura.





SOBRE A AUTORA




Martha Medeiros

Gêneros Poema, Poesia, Contos, Crônicas, Romance

Nascimento: 20/08/1961 | Local: Brasil - Rio Grande do Sul - Porto Alegre 

Filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros, é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro. Casou-se com o publicitário Luiz Telmo de Oliveira Ramos e tem duas filhas. Estudou no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, tradicional de Porto Alegre, localizado nos arredores do bairro Moinhos de Vento. Formou-se em 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre.
Trabalhou em propaganda e publicidade, mas logo se sentiu frustrada com a carreira. Quando seu marido recebeu uma proposta de trabalho no Chile, decidiu que uma mudança de país seria uma ótima oportunidade para dar um tempo na profissão. Esta estada de nove meses no Chile, na qual passou escrevendo poesia, acabou sendo um divisor de águas.
ClicRBS / Wikipedia


Sobre uma quinta-feira comum

Era uma quinta-feira normal, daquelas em que se espera que passe rápido na espera pelo fim de semana logo ali. Foi então que ela abriu uma das redes sociais e se deparou com a notícia crua e seca: morte de um ator aos 54 anos. Morreu afogado, depois de mergulhar em um rio. Assim. Direto. Cru. Sem rodeios. Em um instante ele estava vivo, tinha almoçado com colegas de trabalho, ia apenas se refrescar um pouco e não escapou do encontro com a Dona Morte. Ela estava embaixo d’água, esperando para abraçá-lo e levá-lo consigo. Acabou.

A morte é surreal, foi o que ela pensou ao ler a notícia. Sentiu seu coração pesar. Como era possível que em um instante fossemos repletos de sonhos, vontades, futuro e de repente desaparecemos? Era pesado. Inquietante.

Posou o celular na cama e se permitiu preencher de angústia. Daquelas pesadas e inevitáveis. A mesma angústia que nos invade quando sabemos de um acidente de carro que vitimou uma família. A mesma angústia presente quando um choque em uma tomada de casa mata uma criança que estava por ali apenas descobrindo o mundo. A angústia do “não fui eu, mas poderia”. É uma sensação de medo disfarçado de compaixão. Ao mesmo tempo em que entristece, alivia. “Dessa vez não fui eu”, mas um dia, será.

Os minutos se passaram naquela melancolia insistente. Era a verdade do quão tênue é a linha que nos separa da Dona Morte. Ela na verdade está sempre presente, sempre se mostrando, nos provando que basta um segundo para que ela nos dê o seu abraço.

Deitada em sua cama, fitando o teto, ela queria respostas. Queria compreender. Como lidar com o impensável? Como lidar com a notícia que nos surpreende? Que nos aproxima como humanos que somos, despejando em nós o medo mais primitivo que temos: deixar de existir.

Não era fã do ator, conhecia bem pouco seu trabalho, mas o que a aproximava dele era o fato de que assim como ela, era humano. E a morte tinha aquele poder, conectar pessoas de todo o mundo, pessoas diferentes, com vidas diferentes e uma certeza em comum. Todos um dia seriam levados, deixariam de existir, se tornariam lágrimas nos rosto daqueles que os amavam, passariam a ser saudade presente no coração daqueles que ficaram.


E foi nesse instante que a vida pareceu ressurgir dentro dela. Sentiu seu coração bater, ritmo constante, sangue circulando, pensamentos existindo, estava viva! Era aquilo que podia consolá-la, dessa vez não tinha sido ela e mesmo que um dia inevitavelmente fosse, ela ainda podia viver. Então se levantou da cama, colocou uma música para tocar, murmurou palavras para que Deus consolasse a família daquele ator e continuou sua vida naquela quinta-feira comum, pensando que enquanto estivesse viva, precisava realmente viver.



Fê Jhones

[Lançamento e Pré Venda] A Outra Voz - Joyce Xavier

Hoje a grande novidade é o novo livro de crônicas da nossa querida parceira Joyce Xavier, que vem com toda sua audácia, humor, irreverencia e acidez em cada página Quem conhece a Joy sabe que com ela é oito ou oitenta, ou você ama ou você tem ela como uma pessoa excêntrica, mas por trás dessa fortaleza e ironias existe um coração do tamanho do mundo, e digo isso com a convicção de quem ama o trabalho dessa moça e admira ela por ser totalmente verdadeira, doa a quem doer, agrade ou desagrade, ela é assim e não muda sua raiz para agradar á todos ou se fazer de boa moça!

Em breve trarei minhas impressões sobre a obra que desde já estou doidinha para ler!
Venha comigo escutar... A Outra Voz de Joyce Xavier, autora de Diário dos Trinta Anos, se ainda não conhece a resenha você enconta >> AQUI



Título: A outra voz
Autor: Joyce Xavier
Categoria: Literatura Brasileira
Assunto: Romance
* Entrega a partir de 15 de abril.