[ColaborAutora] Resenha Nacional: A Enfermeira – Líbero Antônio Dandolini!!!

Olá Gente linda.

Hoje temos Resenha Nacional do Livro A Enfermeira, cortesia do autor Líbero Antônio Dandolini!!!


Eu sou a Ingrid, ColaborAutora fofa do Clube do Livro 


A Enfermeira

Ano: 2016 / Páginas: 274
Idioma: português
Editora: FormSul


Sinopse

Imune a tudo que povoava aquele quarto, naquela manhã, Mariana outra vez compareceu ao hospital a fim de visitar os meninos, pois se apegara a eles como se fossem os seus. Só em pensar na hipótese, seus olhos se marejavam, enchia-se de lágrimas quão um rio que transborda. Foi então que o inevitável aconteceu. Rodolfo sentiu-se tentado a presenteá-la. […] ele foi se abrindo, diante daquela diva que tanto o atordoava, que o inquietava; agora nada mais o deteria, falaria tudo que ia ao coração. E falou.

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Líbero Antônio Dandolini




Biografia

Líbero Antônio Dandolini [54], precocemente teve que ajudar seu pai na roça. Por causa disso, precisou trancar os estudos. Mesmo afastado, ele se manteve em contato permanente com a leitura. Em 2004, voltou à escola para concluir o Fundamental II e o Ensino Médio. Motivado pela força do ler, Líbero entra de cabeça na decifração histórica de sua família, e, de seu bairro.
A Enfermeira, seu mais recente trabalho é uma experiência singular na vida do autor. Ao retratar um acidente que envolve seus filhos, o escritor viaja pelo mundo da imaginação, e cria uma trama de amor, fantasia e traição inerente à vida cotidiana.
Suas obras: Em 2012: Família Dandolini, 135 Anos no Brasil. Em 2013: Linha Contessi, 100 Anos [História]. Tem participação em três Antologias: Falando de Amor I e II, e Sociedade dos Poemas Vivos [poesia].

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Resenha


Rodolfo Valderini era um homem religioso, muito estimado pela sociedade local, por isso e pela reputação exemplar, foi encarregado de organizar os preparativos do evento em homenagem ao dia dos pais, que aconteceria em seu bairro naquele sábado. Logo, sentia-se apreensivo e incomodado diante da possibilidade de algo dar errado. Somente depois de verificar cada detalhe, ele voltou para casa, onde sua esposa, Mariza, alegremente o esperava com vários bolos deliciosos feitos por suas mãos de fada.

“Ali na penumbra do asfalto, a lua refletida, fazia do rosto de Mariza, um luzir ainda mais exuberante, deixando de lado por um momento, alguns sulcos de rugas que jaziam sinais das suas quatro décadas vividas intensamente. Semelhante às estrelas, entrelaçadas no firmamento, distante de nossa galáxia, jorram milhões de partículas luminosas enchendo seus olhos de uma luz intensa, fazendo brilhar ainda mais seus lindos olhos castanhos.”

Seus filhos caçulas, Junior e Pilar, pretendiam ir ao teatro depois da celebração, Rodolfo hesitou, principalmente, porque teriam que usar a moto, já que o filho mais velho, Wander usaria o carro e Junior ainda não tinha habilitação. Mas, convencido por Mariza, ele acabou cedendo.

“Mariza possuía a sua particularidade. Não se deixava entregar tão facilmente. Rodolfo muito lutou para conquistar a sua confiança. Por vezes sentiu estar solícita aos seus carinhos, entregar-se totalmente, porém como num passe de mágica ela mudava radicalmente.”

Rodolfo e Mariza estavam em casa entretidos, quando o vizinho, Agenor, os chamou, avisando que Junior e Pilar haviam se acidentado gravemente e estavam sendo levados para o hospital regional. Apavorados, sem saber muito sobre o ocorrido, Rodolfo pediu a Agenor que trouxesse a mãe de Mariza e ligou para seu amigo, Everaldo, pedindo que o levasse ao hospital.

“Rodolfo não tinha sossego. Sempre teve fobia por ferimentos que sangrassem, mas jamais havia enfrentado tamanha brutalidade. E agora estava diante deste dilema.”

Rodolfo encontrou os filhos em melhor estado do que imaginava. Estavam feridos, com fraturas, mas não corriam risco de morte. Enquanto aguardava melhores explicações, Rodolfo sentiu-se enfeitiçado pela enfermeira, Mariana, no entanto, devido à presença constante de Mariza no hospital, ele mantinha cautela.

“Gostara, desde o início, desta dócil enfermeira com jeito de petulante. Tão amável com os filhos e com ele também!”


Rodolfo tenta manter o controle da situação, mas fica cada vez mais difícil. Temendo ser desmascarado por Mariza, que está cuidando dos filhos, inerte ao que vem acontecendo ao seu redor. As coisas tendem a se complicar ainda mais quando Mariana se vê apaixonada por Rodolfo, dividida entre ele e Geraldo, seu marido, que descobre estar traindo-a com Joice, uma colega do hospital.  

Um romance familiar, que aborda um fato ocorrido com os filhos do autor, embasado na vida cotidiana e acrescido de muita imaginação. Narrado em terceira pessoa, permite maior compreensão dos acontecimentos e de cada um dos personagens. Contém algumas lembranças do protagonista, Rodolfo.

Trata-se de uma trama de amor, fantasia e traição, que se desenrola de forma satisfatória, onde tudo se encaixa. Sendo a escrita do autor densa, detalhista e meticulosa.

A capa é bonita e harmônica, remete ao conteúdo. A diagramação é simples e as letras maiores facilitam a leitura. Todavia, pecou um pouco na revisão, com repetição de palavras que poderiam ter sido substituídas por sinônimos, algumas muito rebuscadas acabaram tornando o texto um pouco cansativo e confuso. Penso que deveria ter sido mais sucinto, sobretudo, no prólogo. Há também parágrafos muito grandes sem recuo.

Dou quatro estrelas e recomendo!!!

Ingrid M. SNascida em 03 de outubro de 1993, é formada em Design de Moda, mora com o marido em uma cidade pequena e muito pacata no interior de Santa Catarina. Ama escrever desde criança, mas somente em 2014, resolveu publicar algo através do Wattpad.

É sonhadora, criativa, detalhista e muito teimosa, uma viciada em livros e chocolate, simplesmente apaixonada por dias frios e chuvosos. Gosta muito de 
desenhar, assistir comédias românticas e seriados. 



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Beijinhos Ingrid









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