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[AMIGAS DA MEIA NOITE] OUIJA - A ORIGEM DO MAL

Oi, clubenautas!
Estou de volta para mais uma indicação para a meia-noite, o filme Ouija – Origem do Mal, recentemente lançado nos cinemas. Fui assistir na semana passada como presente de aniversário (não me olhem desse jeito, ok? De vez em quando também vejo coisas não assustadoras).
Vamos conhecer um pouco mais sobre este lançamento!


SINOPSE

* NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Doris é uma garotinha solitária e pouco popular na escola. Sua mãe é especialista em aplicar golpes em clientes, fingindo se comunicar com espíritos. Mas quando Doris usa um tabuleiro de Ouija para se comunicar com o falecido pai, acaba liberando uma série de seres malignos que se apoderam de seu corpo e ameaçam todos ao redor.
Mais detalhes: O filme possui a média de duração, ou seja, 1h30min e foi lançando no dia 20 de outubro de 2016 sob a direção de Mike Flanagan, que dirigiu também: Hush – A morte ouve (avaliação aqui no blog), O Sono da Morte (na minha lista), e O Espelho (esse aqui é show de bola, podem ver que eu recomendo).

TRAILER





O que eu achei?

Problemas à vista: não estou lembrando do nome dos personagens, além da Doris, do pai dela – o Roger, e do Marcos, então vou chamá-los por suas funções no filme.
Para variar, Roger – pai e marido – tinha falecido há pouco tempo em um acidente e isso recaía sobre a família que sentia muito a sua falta, principalmente Doris que ainda continuava rezando antes de dormir em uma forma de comunicação com o pai.
Para sobreviver, a mãe de Doris trabalhava com sessões de vidência nada verdadeiras, ou seja, era uma charlatã de primeira, usando artifícios fraudulentos embaixo da mesa para movimentá-la e recorrendo a ajuda das filhas para alguns efeitos especiais.  
Para quem viu o trailer ou leu a sinopse antes de assistir ao filme, esse início não assusta nem um pouco porque sabemos ser tudo uma farsa.
As coisas começam a desandar quando a irmã mais velha de Doris participa, escondida, de uma festa e usa o tabuleiro de Ouija com os amigos, incluindo seu potencial namoradinho. Ela sugere à mãe que faça o mesmo em suas sessões.
Enfim, logo nos dias seguintes o tabuleiro já está na casa da família e a mãe das meninas procura meios fraudulentos para torná-lo verídico, conectando imãs e metais que fariam com que o indicador se movesse sem o uso das mãos... Vou rir, gente! Não precisava disso, né? Mas ela veio a descobrir logo depois.
Querendo falar com o pai, Doris usa o tabuleiro sozinha em uma noite e consegue a comunicação, sendo testada com uma pergunta pessoal no dia seguinte pela mãe que confirma ser mesmo com Roger que sua filha falou.

Nesse momento, já comecei a deduzir: ah, não é nada do Roger! É só algum espírito se aproveitando para se apoderar da menina. E é claro que era isso mesmo. Olha, alguns filmes são bem clichês, mas o que me move são as histórias a serem contadas. Por que aquilo aconteceu com tal família? O que havia na casa? Então, o clichê não me incomoda.

Logo Doris fica possuída e os sustos começam a valer cada centavo do seu ingresso. Fiquei de boca aberta em alguns pedaços, tentando reagir ao que estava vendo porque foi surpreendente. Com direito a passeadas pelo teto, olhos revirados, palavras sussurradas ao pé do ouvido, e um sorriso de anjinho, o filme prende a sua atenção e deixa seu coração apreensivo. Como suspeitar de uma criança com aquele sorriso puro?!

Bem, a irmã conseguiu suspeitar ao descobrir que sua irmã escrevera várias páginas em polonês e decide levar ao padre da escola onde ambas estudam. O padre sempre foi muito próximo de Doris porque a menina sofria ofensas dos colegas e ele sempre a ajudava. Ele repassa os escritos para uma freira que passou uns tempos na Segunda Guerra Mundial para que faça a tradução e o filme fica mais interessante a partir daí. 
Até agora fiz um resumo, tentando ocultar spoilers, dei umas pinceladas sobre o que achei, mas agora vou falar minha opinião abertamente: poderia ter sido melhor. O filme prende você até o final, dá verdadeiros sustos, deixa o espectador bastante apreensivo com o final dos personagens e surpreende neste ponto, Doris assusta bastante enquanto está possuída porque mistura aquele ar angelical com o quê da maldade ali presente, impedindo que você saiba quando ela atacará. A história por trás da possessão, o que Doris realmente invoca com o tabuleiro é incrível e inesperado. Inclusive, fez com que eu pensasse na verdadeira história do exorcismo tão abordado nos filmes por aí.




Você deve estar se perguntando: mas então por que poderia ter sido melhor, Kate? A explicação em si para tudo que aconteceu foi fraca. Acho que poderia ter sido mais abordada, mais aprofundada. O final ficou um pouco confuso do meu ponto de vista, então se você assistiu ao filme, por favor, me chame no face para discutirmos sobre isso. Algumas cenas pareceram arrastadas e desnecessárias para o contexto da história e que talvez pudessem ter sido usadas para algo relacionado ao mal que rondava a menina. O que mais gostei no filme mesmo foram os momentos de tensão que um bom longa de terror deve ter e o pouco que vimos da história por trás da possessão e sua ligação com a Segunda Guerra Mundial. 
Fiz uma pequena pesquisa sobre o algo relacionado à Segunda Guerra Mundial (que é spoiler) e acho que pode ter sido baseado em informações verídicas que rolam aí pela internet. Vou me aprofundar na pesquisa e caso descubra mais alguma coisa, volto para narrar. 
Como disse, de qualquer maneira, o filme valeu cada centavo, então caso não queira gastar no cinema, pode esperar para ver na Netflix ou alugar o filme em algum lugar online. Independente do final ter me deixado confusa, recomendo para quem curte sustos. Não foi dos melhores, só isso que quis dizer. 
Vai jogar com a Doris? 

Até a próxima <3
Beijinhos.
Kate
 Nascida e criada no Rio de Janeiro, Katerine Grinaldi já visitou lugares que não estão nos mapas convencionais. Isso graças ao seu amor pela literatura, tanto no ato de ler como no de escrever. Encantada com histórias que fazem pensar e por personagens de apaixonar, Katerine decidiu criar outros mundos para que leitores – como ela - pudessem visitar. Advogada, ela não abandona um de seus maiores prazeres: escrever. A Herdeira, seu primeiro livro, foi lançado na Bienal do Livro de 2015.
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