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[Semana Nostalgia] Abertura da Semana Nostalgia, Resenha & Entrevista com Nana Lees Post 500!!!!


Então hoje é Natal!!! E vai ser o começo dessa semana linda chamada "Semana Nostalgia", essa é a postagem de número 500 do clube!!!
E com essa semana linda e especial vamos repostar resenha com entrevista do livro que inspirou o nome dessa semana, ele é o Nostalgia da autora Nana Lees que foi publicado esse ano pela Editora Buriti. A Nana foi a primeira que acreditou em nosso blog e que ampliou nossa visão de como a literatura nacional contemporânea precisa de apoio, nós abraçamos a causa e sou feliz de já ter passado em nosso blog mais de cinquenta parceiros ( Livros, E-book e Wattpad).E desde então temos focado nessa parte nobre que é ajudar com isso são mais de 70 resenhas nacionais, legal, né?

Quero agradecer a cada antigo e novo parceiro por confiar em nosso trabalho, que vocês tenham muito sucesso nessa jornada! Um feliz natal para leitores e parceiros e que venha um 2016 repleto de leituras!

Sem enrolação, vamos ao que interessa..

Sentir nostalgia relembrando o livro "Nostalgia"!

Let´s go!
Nostalgia
Você aceitaria a perfeição? Engrenagens # 1
Nana Lees
Ano: 2014 / Páginas: 486
Idioma: português
Editora: Buriti


Uma garota acorda em um trem sem saber quem é. A partir daí ela começa a viver como se não houvesse ontem e, com a ajuda de um amigo, Frank, descobre o mundo em suas alegrias e tristezas. Ele não compreende a ingenuidade que a menina expõe e acaba por querer protegê-la, se apaixonando sem perceber. Em meio às aventuras da dupla, ambos acabam em um Colégio Militar, e é lá que a garota começa a crescer da pior maneira possível. Através dos novos - e rebeldes - amigos, e com o fatídico afastamento de Frank, ela nota a mecânica do mundo e a forma com que ele transforma o ser humano em máquina, sem se notar. Nos mínimos detalhes entre a obrigação de ser de um jeito ou agir de outro. Confusa, não entende que aquela mecânica também está inserida em seu próprio corpo.

Através desta história, a autora mostra a trajetória de um ser puro e indefeso a se tornar o vilão, usufruindo de metáforas para demonstrar o que a falta de alicerce na infância pode fazer.